sábado, 6 de novembro de 2010

Um poema que o vento fez [presente] em ouvidos...






“Que o feio não me espante, que o belo não me iluda. 
Que a tristeza não me desmorone e a alegria não me cause euforia. 
Que eu não seja medo, pois o medo pode me proteger em certa medida, mas não pode ser o cerne. 
Pois o cerne é o coração, esse “bobo alegre” que nos faz precipitar talvez, mas que dá todo o sentido à vida, pois é Verdade! 
E que eu não me impessa mais de voar alto pelo medo das alturas, já que o vôo é que me garante a visão ampla e panorâmica do todo. 
Mas que eu nunca esqueça que é pelos pés firmes no chão, pelo regresso a superfície, que me dou a direção”
{M.C.A.M.C}




E agradeço ao Senhor por tudo que me tens feito em minha vida!


                               



4 comentários:

  1. Que as palavras ditas sirvam-te com norteador de tua jornada e as não ditas transformen-se em ação desde que para o bem - solido e duradouro.

    {M.C.A.M.C.} ?

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  2. Ola João.

    Primeiramente quero agradecer pelas palavras deixadas em meu blog, fico contente que tenha gostado do espaço.

    Em relação ao seu tenho apenas elogios a despender, em relação ao layout, ao excelente gosto por musica, e pelos pensamentos que deixou.

    Adorei o trecho: "Que a tristeza não me desmorone e a alegria não me cause euforia."
    Afinal, acredito que todos somos acometidos o tempo todo por situações que podem facilmente nos levar a um ou outro sentimento, as vezes, de um instante a outro, e devemos nos controlar para não deixarmos mesmo ser influenciados.

    Parabéns pelo seu espaço, também estou lhe seguindo.

    Quando puder me visite novamente, e confira as mudanças em meu espaço.

    Um abraço

    Bersebah

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  3. Lovely post afiado. Nunca pensei que fosse fácil. Extolment para você!

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  4. Simples e doce. Estou pensando em começar um blog ou cinco muito em breve, e eu definitivamente vou considerar este tema. Mantenha-os próximos!

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